Em todo o mundo, a incidência de tais doenças, Infarto do miocárdio, Hipertensão arterial e Acidente Vascular Cerebral (derrame), é absurdamente alta. Nos países de primeiro mundo, são a primeira causa de maior mortalidade na população, como nos EUA e Europa. No Brasil, só perdem para as mortes no trânsito, portanto, sendo a segunda causa de morte no país, à frente do câncer, AIDS e outras. Tornando-se necessárias, ações que impliquem em prevenção das mesmas, pois, uma vez instaladas no organismo humano, os tratamentos não são curativos, mas paliativos, demandando gastos enormes por parte do SUS (Sistema Único de Saúde) e convênios privados. É fundamental o controle dos chamados, fatores de risco, primeiro os removíveis, como o tabagismo, sedentarismo, obesidade (controle da circunferência abdominal -a “barriguinha”), alcoolismo, estresse emocional, a própria hipertensão arterial e, também, o Diabetes, além de, nos dias atuais, as drogas ilícitas; e os outros fatores de risco, não removíveis, infelizmente não temos como interferir, como o sexo (incidem mais nos homens), idade, antecedentes familiares (genética). Faz-se necessário que a população esteja atenta para tais fatores e procurem o especialista, cardiologista, para a prevenção e se, houver indicação médica, o devido tratamento.
Dr. Alberto César S. Moraes
Cardiologista e diretor clínico da Santa Casa.




