No inverno, temos algumas doenças cuja prevalência é maior que nas outras estações do ano. Do ponto de vista das doenças infecto-contagiosas, as infecções das vias aéreas superiores, tais como as laringo-tráqueo-bronquites, as sinusites, amigdalites e as otites, além das infecções pulmonares, as pneumonias, que são mais graves que as primeiras.
Não podemos nos esquecer das doenças comunitárias, como as gripes, pelo vírus Influenza simples e Influenza A (H1N1), esta alvo recente de grande campanha de imunização, devido sua grande morbi-mortalidade e por acometer grupos mais jovens e gestantes.
Já do ponto de vista cardiovascular, há uma exacerbação das doenças pré-existentes, tais como a hipertensão arterial e a angina de peito, agravadas pelo frio, podendo acarretar situações mais graves ainda, como o infarto agudo do miocárdio e os derrames cerebrais (AVC’s). Portanto, como prevenção, devemos sempre estar lavando nossas mãos com água e sabão, fazer uso do álcool 70%, quando gripados, usar máscara facial; devemos evitar choque térmico, bem como, mantermos nosso corpo devidamente agasalhado.
Aqueles que já tomam medicamentos de uso contínuo, maior cuidado ainda para não interrompê-los e, finalmente, se houver algum sintoma que chame atenção para alguma das doenças citadas, o melhor é procurar assistência médica, evitando a auto-medicação e nem tampouco, aceitar medicação de curiosos ou “entendidos”.
Doutor Alberto Cezar.




